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OE 2005
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Criado terça-feira, 12 de Outubro de 2004 |
Última actualização terça-feira, 30 de Novembro de 2004 |
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Bagão Félix deverá anunciar a sua proposta
30.11.2004
O Governo e as estruturas sindicais da Função Pública iniciam hoje as negociações salariais para 2005, numa reunião que deverá ficar marcada pela divulgação da proposta do ministro das Finanças e da Administração Pública.
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Medidas vão prolongar-se até ao final de 2006
Por Lusa
30.11.2004
O Governo decidiu prolongar até ao final de 2006 os benefícios fiscais para promover a fixação de empresas no Interior do país, segundo a proposta de alteração ao Orçamento do Estado para 2005 entregue hoje pela maioria PSD/CDS-PP.
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Bloquistas apresentam propostas de alteração ao Orçamento de Estado para 2005
Por Lusa, PUBLICO.PT
29.11.2004
O Bloco de Esquerda acusou hoje o Governo de recuar nas medidas de combate à evasão fiscal e anunciou que vai propor o levantamento generalizado do sigilo bancário, no âmbito do Orçamento de Estado para 2005.
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Empresários contra documento orçamental
Por Lusa
29.11.2004
O presidente do Fórum para a Competitividade, Pedro Ferraz da Costa, criticou hoje o Orçamento de Estado para 2005 por este não prever uma estratégia de médio a longo prazo para a competitividade da economia portuguesa.
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Discussão na generalidade da proposta do OE para 2005
Por Lusa
17.11.2004
O secretário-geral do PS, José Sócrates, manifestou-se hoje contra a descida dos impostos sobre os rendimentos prevista no Orçamento de Estado para 2005, classificando a medida como "demagógica e irresponsável".
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Discussão na generalidade da proposta do OE para 2005
Por Lusa
17.11.2004
O ministro das Finanças, Bagão Félix, desafiou hoje as bancadas da oposição a apresentarem uma alternativa ao Orçamento do Estado (OE) para 2005, deixando uma acusação directa ao PS de falta de autoridade moral para criticar a proposta governamental.
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Bagão Félix diz que não entrega "trabalho a meio"
Por Lusa
17.11.2004
A oposição insistiu hoje, sem sucesso, com o ministro das Finanças para que clarificasse a natureza das receitas extraordinárias com que o Governo conta para manter o défice orçamental abaixo dos 3 por cento em 2005.
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Discussão da proposta no Parlamento
Por Lusa
17.11.2004
O PCP classificou hoje a proposta do Orçamento de Estado (OE) para 2005 como "um amontoado de truques e habilidades", considerando o anúncio da convergência da pensão mínima com o salário mínimo apenas como "uma entre muitas outras promessas eleitorais".
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Primeiro dia de discussão da proposta
Por Lusa
17.11.2004
A maioria PSD/CDS-PP e o primeiro-ministro acusaram hoje a oposição de estar "contra a melhoria das condições de vida dos portugueses", desafiando o PS a propor uma alternativa credível ao Orçamento de Estado (OE) para 2005.
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Início da discussão do OE para 2005
Por Lusa
17.11.2004
O secretário-geral do PS, José Sócrates, acusou hoje o Governo de basear a sua proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2005 em "truques e habilidades", em domínios como a fiscalidade e a consolidação das finanças públicas.
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Início da discussão do OE para 2005
Por PUBLICO.PT
17.11.2004
O primeiro-ministro, Pedro Santana Lopes, admitiu hoje no Parlamento, no início do debate na generalidade do Orçamento de Estado para 2005 , que "este é talvez o Orçamento mais difícil dos últimos anos".
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Boletim de Setembro
Por Cristina Ferreira
17.11.2004
As importações portuguesas de bens e serviços aumentaram 10,8 por cento no primeiro semestre de 2004 face ao mesmo período do ano passado, surpreendendo o Banco de Portugal que, no Boletim Económico de Setembro, alerta para as implicações dessa evolução na sustentabilidade da retoma da economia portuguesa.
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Lei do Arrendamento
Por Luísa Pinto
17.11.2004
O universo de inquilinos que podem ter direito a viver em casas de habitação social com renda apoiada pode engrossar com a entrada em vigor da nova Lei do Arrendamento Urbano. Isto porque o Governo admite entregar casas em bairros sociais em alternativa ao pagamento do subsídio especial de renda (SER), previsto para apoiar os agregados familiares mais desfavorecidos e que os estudos do governo indicaram ser cerca de 102 mil famílias.
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A partir do próximo ano
Por Lusa
12.11.2004
O ministro das Finanças anunciou ontem à noite, na Maia, que a partir do próximo ano o Estado poderá aceder às contas bancárias dos contribuintes sem os avisar previamente e sem que estes possam requerer o efeito suspensivo da consulta.
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Ministro das Finanças disposto a aumentos de 2,2 por cento
Por Lusa, PUBLICO.PT
16.11.2004
O Governo e os sindicatos da função pública iniciam na próxima terça-feira as negociações salariais para 2005, avança um comunicado do Ministério das Finanças enviado aos sindicatos.
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Em causa cobrança por inteiro do IRS a todos os rendimentos
Por Lusa
16.11.2004
Os deputados da Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura comprometeram-se a analisar as pretensões hoje expostas pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) relativamente aos benefícios fiscais aos autores.
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Afirmação de Bagão Félix
Por PUBLICO.PT
12.11.2004
O ministro das Finanças reiterou ontem à noite, no Porto, que os aumentos salariais do próximo ano na Administração Pública não deverão ultrapassar os 2,2 por cento.
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Para 2005
Por Lusa
11.11.2004
O Conselho Económico do PS recomendou hoje ao secretário-geral socialista o voto contra o Orçamento do Estado para 2005 (OE 2005) por considerar que a proposta prejudica a consolidação das finanças nacionais por aumentar a dívida pública.
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Governador do Banco do Portugal teme aumento da dívida pública
11.11.2004
O governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, considera que a proposta de Orçamento do Estado para 2005 aumenta a dívida pública e é "insuficiente" para reduzir o défice.
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Reacção às declarações do ministro das Finanças
Por Lusa
10.11.2004
O secretário-geral do PS, José Sócrates, acusou hoje o Governo de "eleitoralismo radical" ao adiar para 2006 - ano de eleições - o principal impacto da descida do IRS previsto no Orçamento de Estado (OE) de 2005.
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Anuncia ministro das Finanças
Por Lusa
09.11.2004
Os contribuintes vão sentir apenas em 2005 a redução das taxas de IRS de alguns escalões, disse hoje o ministro das Finanças, indiciando que o impacto na retenção na fonte pode ser repartido por mais de um ano.
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Alguns deles com mais de três anos
Por Lusa
09.11.2004
O ministro das Finanças, António Bagão Félix, assegurou hoje que vai fazer tudo para que os atrasos com os subsídios aos beneficiários dos serviços de saúde do Estado (ADSE) sejam regularizados.
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Comissão Política Nacional socialista reúne no dia 16
Por Lusa
08.11.2004
O Partido Socialista deverá anunciar o voto contra a proposta do Governo de Orçamento de Estado (OE) para 2005, na generalidade, em reunião da Comissão Política Nacional, que se irá realizar no próximo dia 16.
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II Congresso da Administração Pública
Por Lusa
04.11.2004
O ministro das Finanças e da Administração Pública, Bagão Félix, defendeu hoje que a redução de pessoal na função pública vai permitir aumentar a produtividade do sector, do que dependem os respectivos aumentos salariais.
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Luís Filipe Pereira esteve ontem na Assembleia da República
Por Catarina Gomes
05.11.2004
O ministro da Saúde Luís Filipe Pereira apresentou ontem à Assembleia da República um projecto de orçamento de Estado para 2005 em que o Sistema Nacional de Saúde (SNS) apresenta, pela primeira vez, lucros. A oposição criticou o que considerou de manobras contabilísticas.
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Perante dúvidas da oposição
Por Lusa
03.11.2004
O ministro dos Negócios Estrangeiros defendeu hoje no Parlamento a suficiência do Orçamento de Estado para a política externa em 2005, face às dúvidas da oposição quanto à possibilidade de realizar os objectivos definidos com a verba estipulada.
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Ordem dos Advogados
Por Lusa
03.11.2004
O projecto de lei do arrendamento apresento pelo Governo tem aspectos pouco claros, que lhe dão um "grande potencial de conflitualidade" e podem aumentar o recurso aos tribunais por senhorios e inquilinos, considera o bastonário da Ordem dos Advogados, José Miguel Júdice.
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Ministro do Ambiente apresenta proposta de orçamento para 2005
Por Lusa
03.11.2004
O Governo pretende isentar os biocombustíveis do pagamento de imposto sobre produtos petrolíferos (ISP) já no próximo ano, como forma de ajudar a reduzir as emissões poluentes, foi hoje anunciado, no dia em que o ministro do Ambiente apresentou a sua proposta de orçamento para 2005.
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Morais Sarmento refuta críticas
28.10.2004
O deputado socialista Augusto Santos Silva acusou o actual Governo de estar a formar uma "central de propaganda" com "o dinheiro dos contribuintes", alertando também para o processo de "instrumentalização" do "Diário de Notícias". As acusações foram proferidas no âmbito de uma conferência sobre a "Acção Socialista", o jornal do PS dirigido pelo próprio Santos Silva, realizada na terça-feira na Biblioteca-Museu República e Resistência, em Lisboa.
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Ex-primeiro-ministro em conferência sobre a economia
Por Helena Pereira
27.10.2004
O ex-primeiro-ministro Aníbal Cavaco Silva está preocupado com o rumo da economia portuguesa e não vê sinais para qualquer optimismo nesta matéria. "Rezemos para que o nosso poder político não lance Portugal noutra crise das finanças públicas", apelou ontem, numa intervenção sobre a situação económica, na Fundação Cebi, em Alverca, revelando ter dúvidas sobre "o rumo do país e as grandes orientações estratégicas da política económica que sofreram grandes solavancos e choques de natureza política".
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Comissão Europeia garante que agirá junto de Lisboa
Por Lusa
26.10.2004
Bruxelas prevê que o défice orçamental de Portugal seja de 3,7 por cento em 2005. Caso se confirme que o défice ultrapassará os três por cento, o comissário europeu para os Assuntos Económicos e Monetários, Joaquin Almunia, alertou que a Comissão Europeia actuará contra Lisboa.
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"Endividamento zero" continua a ser contestado pelos autarcas
Por Lusa, PUBLICO.PT
26.10.2004
A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) discorda da proposta de Orçamento do Estado para 2005, alegando que as linhas governamentais para o próximo ano não contemplam matérias importantes como a capacidade de recurso ao crédito.
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Previsão de crescimento para Portugal revista em alta
Por Lusa, PUBLICO.PT
26.10.2004
O Governo português vai transferir cinco fundos de pensões de empresas públicas para a Caixa Geral de Aposentações (CGA) em 2004 e 2005, de acordo com as Previsões de Outono da Comissão Europeia, hoje divulgadas.
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Admitindo um aumento de salários de 2,5 por cento
Por João Ramos de Almeida
25.10.2004
Os quadros assalariados, com rendimentos de trabalho acima de três mil euros mensais, poderão sofrer, já em 2005, um agravamento fiscal, segundo a metodologia aplicada pela administração fiscal. De acordo com dados de 2000, em causa estarão cerca de 165 mil agregados familiares.
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Na sessão de encerramento da Universidade de Verão da Juventude Popular
Por Lusa
24.10.2004
O presidente do CDS-PP, Paulo Portas, acusou ontem à noite o PS de estar apenas preocupado com a situação dos contribuintes mais ricos perante a proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2005, que promove "a equidade fiscal" entre os portugueses.
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Anúncio do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Por Lusa
23.10.2004
O Governo vai criar um Conselho de Administração das Contribuições e Impostos e extinguir os cargos de directores-gerais dos Impostos, das Alfândegas e da Informática, anunciou o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais.
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Ministro foi ao Parlamento apresentar pormenores do OE para 2005
Por Lusa, PUBLICO.PT
22.10.2004
O ministro das Finanças admitiu hoje que há despesas correntes inscritas no Plano de Investimento e Despesa de Desenvolvimento da Administração Central de 2005, à semelhança do que ocorreu em anos anteriores.
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Proposta apresentada hoje pelo Governo
Por Lusa, PUBLICO.PT
15.10.2004
Os quatro partidos da oposição parlamentar já criticaram o Orçamento do Estado (OE) para 2005, apresentado hoje pelo Governo, destacando a "perda de poder de compra" dos trabalhadores portugueses.
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Classe média irá pagar mais impostos
Por Lusa
19.10.2004
O ex-ministro das Finanças Joaquim Pina Moura considera que o Orçamento do Estado (OE) para 2005 é de "descontinuidade" em relação à política de consolidação orçamental e integra um agravamento fiscal para a classe média.
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Entrevista com Bagão Félix
Por :
18.10.2004
Entrevistado no programa Diga Lá excelência, da Rádio Renascença e do PÚBLICO, o ministro das Finanças avançou algumas das medidas que tenciona aplicar para emagrecer o Estado. Os excedentários vão para uma bolsa de emprego público e vão ser criados bónus para quem arranjar emprego fora da função pública.
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Partido ameaça votar contra o Orçamento caso Governo não ceda
Por Lusa, PUBLICO.PT
16.10.2004
O líder socialista quer a revogação da proposta do Governo para acabar com os alguns benefícios sociais e ameaça votar contra o Orçamento de Estado para 2005 caso a maioria não ceda nesta questão.
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OE 2005
Por Lusa
16.10.2004
O novo líder socialista, José Sócrates, lança hoje o Conselho Económico do PS, que será um órgão consultivo do secretário-geral do partido e que na sua primeira reunião analisará a proposta de Orçamento do Estado para 2005.
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Líder do PCP acusa Santana de seguir política responsável pela recessão
16.10.2004
O secretário-geral do PCP acusou hoje o Executivo liderado por Santana Lopes de prosseguir a política que conduziu o país à "mais profunda recessão" dos últimos 30 anos, afirmando que a proposta orçamental do Governo trará "mais do mesmo".
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Proposta do Governo foi hoje conhecida
Por Lusa, PUBLICO.PT
15.10.2004
As centrais sindicais UGT e CGTP criticaram o Orçamento do Estado (OE) para 2005, apresentado hoje pelo Governo, na medida em que consideram negativo que as despesas em áreas como a educação ou a saúde sofram uma redução significativa. Ambas afirmam, por isso, que o Executivo define prioridades erradas.
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Proposta apresentada hoje pelo Governo
Por Lusa, PUBLICO.PT
15.10.2004
Os dois partidos que integram a coligação governamental elogiaram a proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2005, apresentada hoje pelo Governo, com o PSD a fazer "uma avaliação positiva" e o CDS-PP a saudar "vivamente" o documento.
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Proposta apresentada hoje pelo Governo
Por Lusa, PUBLICO.PT
15.10.2004
Os quatro partidos da oposição parlamentar já criticaram o Orçamento do Estado (OE) para 2005, apresentado hoje pelo Governo, destacando a "perda de poder de compra" dos trabalhadores portugueses.
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Bagão Félix apresentou hoje proposta do Orçamento
Por Lusa, PUBLICO.PT
15.10.2004
O Governo vai baixar quatro das seis taxas do imposto sobre as pessoas singulares (IRS) e actualizar os escalões em dois por cento, segundo a proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2005, apresentada hoje.
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Proposta apresentada hoje
Por Lusa
15.10.2004
O ministro das Finanças apresentou hoje o Orçamento do Estado (OE) para 2005, marcado por reduções nos impostos, aumento do investimento e pela promessa de cumprimento do limite do défice imposto por Bruxelas com recurso a receitas extraordinárias.
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Orçamento de Estado
Por Lusa
15.10.2004
O Governo irá destinar 600 milhões de euros do Orçamento do Estado (OE) para 2005 do Ministério das Finanças e da Administração Pública à criação de novos hospitais sociedades anónimas (SA).
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Ministro entregou documento ao presidente do Parlamento
Por Lusa
15.10.2004
O ministro das Finanças, Bagão Félix, assegurou hoje, no Parlamento, que o "Orçamento do Estado exprime profunda solidariedade no seio do Governo, entre todos os ministros".
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Vai ser tornado público ao início da tarde
Por Lusa
15.10.2004
As promessas de aceleração económica, redução de impostos, corte nos benefícios fiscais e aumentos nos salários e nas pensões marcam o Orçamento de Estado (OE) para 2005, que será entregue hoje na Assembleia da República.
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Oposição e Governo trocaram argumentos sobre Scut e "caso Marcelo"
Por Lusa
14.10.2004
O primeiro confronto fora dos ecrãs entre Santana Lopes e José Sócrates marcou hoje o debate mensal no Parlamento, com o primeiro-ministro a reiterar as vantagens da lei do arrendamento e portagens nas Scut, alvo de críticas cerradas por parte da oposição, que também não esqueceu o "caso Marcelo".
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Debate mensal do Governo no Parlamento
Por PUBLICO.PT
14.10.2004
O primeiro-ministro, Santana Lopes, acusou hoje o PS de criar ilusões por ter adiado sucessivamente a aplicação de novas regras para o arrendamento e de ter introduzir as auto-estradas sem portagens (Scut).
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Debate mensal no Parlamento
Por PUBLICO.PT
14.10.2004
O primeiro-ministro, Pedro Santana Lopes, reiterou hoje, no Parlamento, a urgência da alteração da lei do arrendamento urbano e comercial e a inevitabilidade do pagamento de portagens nas Scut.
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Documentos serão apresentados publicamente amanhã
Por Lusa
14.10.2004
O Governo aprovou hoje a proposta de Orçamento de Estado para 2005 e as Grandes Opções do Plano (GOP) para o próximo ano, anunciou hoje o secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros.
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Governo introduz inversão do ónus da prova para combater evasão fiscal
Por São José Almeida, Helena Pereira
14.10.2004
O Governo tenciona introduzir a inversão do ónus da prova para combater a evasão fiscal. A garantia foi dada pelo ministro das Finanças aos deputados do PSD, numa das reuniões que manteve ontem com os vários grupos parlamentares, para dar a conhecer as linhas do Orçamento do Estado para 2005, que é hoje aprovado em Conselho de Ministros.
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Salários vão ser actualizadas ao nível da inflação
Por PUBLICO.PT
13.10.2004
O ministro das Finanças confirmou hoje que o Orçamento do Estado para 2005 prevê a descida do IRS, cuja taxa mínima passará de 12 para 10,5 por cento. Aumentos salariais ao nível da inflação e "controlo rigoroso" da despesa são outras das linhas orientadoras do próximo orçamento.
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Reuniões a partir das 17h00
Por Lusa
13.10.2004
O ministro das Finanças, Bagão Félix, apresenta hoje aos grupos parlamentares as principais linhas da proposta do Orçamento de Estado para 2005.
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Para saber se as promessas estão inscritas para 2005
Por Lusa
13.10.2004
O Bloco de Esquerda (BE) dos Açores desafiou ontem o primeiro-ministro a apresentar até sexta-feira o Orçamento de Estado, para que os açorianos possam saber se as promessas feitas por Santana Lopes nas ilhas são para cumprir.
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Decisão pode afectar trabalho científico
Por António Granado
13.10.2004
O Ministério da Ciência, Inovação e Ensino Superior resolveu retirar das despesas correntes do Orçamento do Estado para o próximo ano as despesas de funcionamento e pessoal de sete instituições de investigação, e inscrevê-las no PIDDAC, o Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central.
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Jorge Sampaio admitiu ter "uma grande tendência para falar", mas optou por "contrariar essa tendência"
Por Lusa
12.10.2004
O Presidente da República Jorge Sampaio recusou comentar a mensagem de ontem ao país do primeiro-ministro, Pedro Santana Lopes, alegando que há momentos em que deve manter-se em silêncio e que tem de ser o "centro da serenidade em Portugal".
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Primeiro-ministro diz estranhar "nervosismo" da oposição
Por Lusa
12.10.2004
O primeiro-ministro, Pedro Santana Lopes, disse hoje na Madeira que estranha o que considera ser o nervosismo dos partidos da oposição na sequência da sua comunicação ao país e negou quaisquer contradições com o ministro das Finanças em relação ao anúncio de redução de impostos.
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Parceiros sociais indicam que o cenário está longe desejável
Por Lusa, PUBLICO.PT
12.10.2004
O Conselho Económico e Social (CES) aprovou hoje as Grandes Opções do Plano (GOP) para 2005, apresentadas pelo Governo, mas manifestou-se reticente quanto à evolução do cenário macroeconómico.
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Líder socialista não revela o sentido de voto do PS
Por Lusa
12.10.2004
O secretário-geral socialista, José Sócrates, recusou-se hoje a revelar o sentido do voto do seu partido sobre o Orçamento de Estado para 2005, adiantando que o PS vai "espera para ver", depois de o primeiro-ministro ter anunciado uma descida nos impostos.
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Ministro das Finanças negou margem financeira para mexer nos imposto
Por João Ramos de Almeida
12.10.2004
O primeiro-ministro, Pedro Santana Lopes, anunciou ontem uma redução das taxas do IRS em 2005, o que contraria as declarações públicas do ministro das Finanças e da Administração Pública quando negou, recentemente, haver margem financeira para mexer nas taxas do imposto e que apenas poderia efectuar uma alteração dos escalões de rendimento, com vista a baixar a carga fiscal dos mais desfavorecidos.
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13.10.2004
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12.10.2004
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12.10.2004
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12.10.2004
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12.10.2004
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12.10.2004
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| AUXILIAR |
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Sistema fiscal fica mais arbitrário e menos competitivo com OE 2005
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Tabela de IRS para 2005
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Quanto pagará de IRS em 2005
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PIDDAC 2005
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Grandes Opções do Plano 2005
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Restantes Mapas do OE 2005
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Relatório do OE 2005
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Proposta do OE 2005
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Taxas de IRS
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ORÇAMENTO DE 2004
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As autarquias vão receber mais verbas do OE?
Cumpra-se a lei! A principal reivindicação dos autarcas passa pela exigência de pleno cumprimento da Lei das Finanças Locais, pondo assim fim às limitações impostas nos últimos dois anos.
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O investimento público vai aumentar?
O próximo OE deverá manter a tendência de corte no investimento público, tal como aconteceu nos dois últimos. A difícil compatibilização entre quebra de receitas, aumento de despesas correntes e cumprimento do défice público tem justificado uma menor fatia do OE para novos investimentos públicos.
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O que vai mudar com as Scut?
Os 914 quilómetros contratualizados em regime Scut (sem custos para o utilizador) vão custar, ao próximo OE, cerca de 500 milhões de euros.
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O que pode mudar para o OE com a comparticipação dos cuidados de saúde?
“Nenhum pai da Constituição quis dizer que todos aqueles com rendimentos mais elevados têm direito a serviços gratuitos por parte das unidades de saúde.”
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Há margem para aumentos salariais na função pública?
O Governo não irá, certamente, abrir os cordões à bolsa em matéria de aumentos na função pública, embora garanta que, em 2005, todos os trabalhadores das administrações central, regional e local verão os salários actualizados. Ou seja, não se repetirá a situação dos últimos dois anos, com os ordenados acima dos mil euros por mês sem um cêntimo de aumento.
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Os impostos podem descer?
A generalidade dos analistas de vários quadrantes politicos e económicos entende que não há margem para o Governo descer os impostos. Outra coisa bem diferente, entendem, é saber se o sistema fical português é justo.
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Quais são as perspectivas de crescimento?
Modestas, no seguimento da lenta recuperação que se vai verificar em 2004. Para 2005, o governador do Banco de Portugal já lembrou que “é importante não alimentar ilusões”, porque a retoma “não será suficiente para gerar automaticamente receitas”.
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A meta do défice ainda exige receitas extraordinárias?
Exige. E muitas. O Governo vai precisar de receitas extraordinárias para garantir o défice público abaixo dos três por cento do PIB em 2004, como exige Bruxelas.
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O que vai mudar no PEC?
Portugal continua obrigado a cumprir a regra que proíbe défices orçamentais superiores a três por cento do PIB (Produto Interno Bruto), mas poderá esperar alguma benevolência dos parceiros da UE caso não consiga cumprir este objectivo.
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