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Furacão Katrina
Criado terça-feira, 30 de Agosto de 2005
Última actualização terça-feira, 20 de Setembro de 2005
 
Florida Keys e Miami em alerta
Por Reuters, PUBLICO.PT
20.09.2005
A tempestade tropical "Rita" está a aproximar-se da costa norte-americana através do Golfo do México, rumo às Florida Keys (ilhas ligadas ao continente por uma única estrada), três semanas depois de o furacão "Katrina" ter arrasado Nova Orleães. O fluxo de deslocados que regressavam à cidade foi ontem interrompido devido ao receio de que os diques voltem a ceder.
 
 
Mulher de 53 anos morreu presa em sua casa
Por Lusa
14.09.2005
O Governo português já contactou a filha da portuguesa que perdeu a vida após três dias de espera por auxílio em Nova Orleães, na sequência da passagem do furacão Katrina, mas Vanessa Pereira manifestou o desejo de que a sua mãe seja sepultada nos EUA.
 
 
Encontrados 423 corpos no Luisiana
Por AFP
13.09.2005
O número de corpos de vítimas do furacão “Katrina” encontrados no Luisiana passou de 279 ontem para 423 hoje, o que eleva o balanço total provisório dos mortos no Sul dos Estados Unidos para 657, segundo fonte oficial.
 
 
Furacão passou pelo Sul dos EUA há mais de 15 dias
Por AFP
13.09.2005
O Presidente norte-americano, George W. Bush, admitiu hoje, pela primeira vez depois da passagem do furacão "Katrina", há mais de 15 dias, pelo Sul dos Estados Unidos, ter a sua parte de responsabilidade na lentidão do socorro prestado às vítimas.
 
 
Filha de Ivete Pereira conta como a ajuda não chegou a tempo junto da mãe
Por Lusa
13.09.2005
Uma portuguesa residente nos Estados Unidos há 44 anos morreu na sequência do furacão "Katrina" na cidade norte-americana de Nova Orleães há duas semanas, relatou hoje a sua filha à rádio TSF.
 
 
Circunstâncias das suas mortes ainda por apurar
Por AFP, Reuters, AP
13.09.2005
As equipas de socorro descobriram este fim-de-semana 45 cadáveres num hospital de Nova Orleães, revelou ontem uma porta-voz dos serviços de saúde do Estado de Louisiana.
 
 
Michael Brown criticado por falhas no socorro às vítimas do “Katrina”
Por AFP
12.09.2005
O director da agência federal de emergências norte-americana (FEMA), Michael Brown, apresentou hoje a demissão, depois de ter sido criticado pelas falhas no socorro às vítimas do furacão “Katrina”.
 
 
NATO disponibiliza transporte para ajuda da Europa
Por AFP, Lusa
12.09.2005
O Presidente norte-americano, George W.Bush, esteve ontem pela terceira vez em Nova Orleães, onde foi recebido pelas autoridades da cidade devastada pelo furacão Katrina. Entretanto, a NATO disponibilizou mais aviões e embarcações para ajudar no transporte de auxílio humanitário para a costa americana do Golfo do México.
 
 
Furacão causa prejuízos políticos na administração Bush
Por AFP
10.09.2005
O mais recente balanço do número de mortos causados pelo furacão “Katrina” em quatro estados aproxima-se dos 400, mais de 150 dos quais em Nova Orleães. A tragédia está a causar prejuízos políticos na administração Bush.
 
 
15 toneladas
Por AFP
10.09.2005
As autoridades norte-americanas recusaram 15 toneladas de ajuda alimentar da Alemanha para as vítimas do furacão “Katrina”, anunciou hoje um porta-voz do Governo.
 
 
Após a passagem do furacão "Katrina"
Por Lusa
09.09.2005
O furacão "Katrina" fez pelo menos 118 mortos na região de Nova Orleães, de acordo com um novo balanço provisório oficial, publicado hoje.
 
 
Fontes diplomáticas não receberam pedidos de ajuda
Por Lusa
09.09.2005
Nenhum português foi até agora identificado como vítima do furacão "Katrina", que há dez dias devastou vários estados do sul dos Estados Unidos e que provocou até agora, só em Nova Orleães, 118 mortes confirmadas. Os estados mais atingidos foram os de Luisiana, Mississípi e Alabama.
 
 
Autoridades desaconselham contacto com a água das inundações
Por AFP
07.09.2005
As autoridades ambientais norte-americanas desaconselham qualquer contacto com a água que inunda Nova Orleães, contaminada por várias bactérias. De acordo com números oficiais, pelo menos cinco pessoas morreram devido a infecções bacterianas provocadas pela água infestada.
 
 
Críticas estendem-se às autoridades federais e estaduais
Por AFP
07.09.2005
Uma sondagem publicada hoje, dez dias depois da passagem do furacão “Katrina” pelo sul dos EUA, revela que 42 por cento dos inquiridos consideram que a Administração Bush geriu “mal” ou “muito mal” a resposta à crise humanitária nas zonas afectadas.
 
 
População do Luisiana autorizada a regressar a casa
Por AFP, PUBLICO.PT
05.09.2005
Mais de 50 mil guardas nacionais e militares e uma armada de navios, entre eles um porta-aviões, participam nas operações de socorro após a passagem do furacão “Katrina” que há uma semana devastou os estados do Luisiana, Mississipi e Alabama, anunciou hoje o Exército norte-americano.
 
 
EUA
Por AFP
05.09.2005
A senadora norte-americana Hillary Clinton pediu ao Presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, a criação de uma comissão de inquérito à lenta reacção das autoridades às consequências do furacão "Katrina", que arrasou a cidade norte-americana de Nova Orleães.
 
 
Grupo é acusado de ter disparado contra trabalhadores que reparam diques
Por AP
04.09.2005
Cinco pessoas foram mortas pela polícia de Nova Orleães, alegadamente depois de terem disparado contra um grupo de trabalhadores contratado pelo Corpo de Engenharia do Exército para reparar os diques da cidade.
 
 
Washington pede cobertores, refeições preparadas e camiões com água
Por AFP, Reuters
04.09.2005
A União Europeia e a NATO receberam hoje um pedido oficial de ajuda dos Estados Unidos de assistência às vítimas do furacão “Katrina”, que há uma semana devastou os estados do sul do país e terá provocado milhares de mortos e o desalojamento de 200 mil pessoas.
 
 
Autoridades locais falam em balanço “muito provisório”
Por AFP, AP
04.09.2005
Cinquenta e nove corpos foram até agora recuperados após a passagem do furacão “Katrina” por Nova Orleães, no estado do Luisiana, revelaram hoje altos responsáveis médicos, sublinhando que este é um balanço “muito provisório”.
 
 
Situação humanitária regista algumas melhorias
Por AFP, PUBLICO.PT
03.09.2005
Os militares norte-americanos já evacuaram 42 mil pessoas de Nova Orleães, uma das cidades mais afectadas pela passagem do furacão “Katrina”, segunda-feira passada.
 
 
Presidente garante que cidadãos norte-americanos “não serão abandonados”
Por AFP, AP
03.09.2005
O Presidente norte-americano, George W. Bush, anunciou hoje que vão ser enviados mais sete mil soldados para o estado do Luisiana para integrarem as operações de salvamento e apoio às vítimas do furacão “Katrina”, que devastou o sul dos Estados Unidos no início da semana.
 
 
Pessoal militar poderá chegar a 54 mil pessoas nos próximos dias
Por AFP, Reuters
03.09.2005
O Exército norte-americano vai enviar dez mil elementos da Guarda Nacional para os estados do Luisiana e Mississipi, elevando para 40 mil o número destas tropas a integrar as operações de salvamento, apoio e evacuação, anunciou hoje o Pentágono.
 
 
Incapacidade do Governo em atribuir fundos para minorar o risco
03.09.2005
As consequências trágicas de um desastre como o furacão "Katrina" foram previstas há três anos pelos media. O maior jornal de Nova Orleães, o "Times Picayune", um programa da Rádio Nacional Pública e o "New York Times" afirmaram que centenas de milhares de vidas no Sul do estado do Luisiana estavam em perigo, se a região fosse atingida por grande furacão.
 
 
Líder cubano diz que foi o primeiro a propor ajuda aos EUA
03.09.2005
O Presidente cubano Fidel Castro propôs ontem aos Estados Unidos o envio de 1100 médicos e 26,4 toneladas de medicamentos para ajudar as vítimas do furacão “Katrina” que na segunda-feira devastou os estados do Luisiana e do Mississipi.
 
 
Tropas poderão ser chamados para ajudar na sua terra natal
Por AFP
02.09.2005
Um comandante militar americano admitiu acelerar o repatriamento de soldados actualmente em missão no Iraque para ajudar a restaurar a ordem e dar assistência às pessoas afectadas pelo furacão “Katrina”. Contudo, o Presidente garante que os EUA têm capacidade para responder à situação de emergência sem recorrer aos militares estacionados no estrangeiro.
 
 
Água inundou 80 por cento da cidade
02.09.2005
Os engenheiros precisam de pelo menos 80 dias para drenar a água que alaga a cidade de Nova Orleães, depois dos diques que protegiam a cidade não terem resistido ao furacão “Katrina”, revelou um responsável do Corpo de engenharia do Exército norte-americano.
 
 
Furacão “Katrina” perturba sistema energético norte-americano
Por AFP, Lusa
02.09.2005
Os Estados Unidos vão retirar 30 milhões de barris de petróleo das suas reservas estratégicas de crude para tentarem ultrapassar a crise nos recursos energéticos provocada pelo furacão “Katrina”, anunciou hoje o secretário da Energia norte-americano, Samuel Bodman.
 
 
Presidente dos EUA visita estados mais afectados
Por PUBLICO.PT
02.09.2005
O Presidente norte-americano admitiu hoje que falhou a resposta inicial à crise humanitária provocada pelo furacão “Katrina” no sul dos Estados Unidos. George W. Bush, que visita hoje as zonas mais devastadas, onde vai reunir-se com equipas de salvamento e autoridades locais, considerou que os resultados alcançados são “inaceitáveis”. Horas antes, o “mayor” de Nova Orleães acusara as células de gestão de crise de não funcionarem.
 
 
Ministério da Economia garante que não haverá impacto nos “stocks” do país
02.09.2005
O Ministério da Economia anunciou hoje que Portugal vai apoiar os Estados Unidos com dois por cento das suas reservas de produtos de petróleo, numa resposta ao pedido de ajuda da Administração Bush para suportar as consequências do furacão “Katrina” nos estados do sul do território norte-americano.
 
 
"Mayor" diz que os fumos não são tóxicos
02.09.2005
Os fumos dos incêndios que deflagraram hoje numa fábrica de químicos em Nova Orleães, cidade atingida na segunda-feira pelo furacão "Katrina", não são tóxicos, avançam os principais canais de televisão norte-americanos.
 
 
Presidente envia mensagem de solidariedade a homólogo norte-americano
02.09.2005
O Presidente da República, Jorge Sampaio, manifestou ao seu homólogo norte-americano, George W. Bush, "assombro e choque" perante as "consequências catastróficas" do furacão "Katrina" nos estados do Luisiana, Mississípi e Alabama.
 
 
Entre a população mais desfavorecida
02.09.2005
Entre 300 mil a 400 mil crianças ficaram sem abrigo depois da passagem do furacão Katrina pelo sul dos Estados Unidos, estimou um porta-voz da Unicef, que sublinha o facto de os mais pobres serem os primeiros a sofrer com a catástrofe.
 
 
Anúncio de Javier Solana
Por Reuters
02.09.2005
Os países da União Europeia (UE) estão dispostos a auxiliar os EUA com petróleo, no caso de um pedido de ajuda norte-americano nesse sentido, devido aos efeitos do furação Katrina, garantiu hoje o chefe da diplomacia europeia, Javier Solana.
 
 
Cidade devastada pelo furacão Katrina
02.09.2005
Uma série de explosões abalou hoje Nova Orleães, a cidade norte-americana mais afectada pela passagem do furacão Katrina. As causas dos rebentamentos ainda não foram determinadas.
 
 
Furacão Katrina
Por :
02.09.2005
"Tolerância zero." Essa era a mensagem que as autoridades norte-americanas tratavam ontem de reforçar, à medida que o desespero e o caos se apoderavam dos sobreviventes do furacão Katrina, que na passada segunda-feira varreu a região da costa do Golfo do México, no Sul dos Estados Unidos.
 
 
Demorou três dias para falar directamente à nação
02.09.2005
O Presidente dos Estados Unidos da América, George W. Bush, demorou três dias para falar directamente à nação sobre os esforços da sua Administração para responder à situação de calamidade que se seguiu à passagem do furacão Katrina.
 
 
Efeitos da tempestade que devastou a costa do Golfo do México
Por :
02.09.2005
Os efeitos da tempestade que devastou a costa do Golfo do México vão fazer-se sentir na economia de todos os Estados Unidos (e, por tabela, em todo o mundo), perturbando a navegação, a rede dos caminhos-de-ferro e fazendo subir os preços de muitos bens. Muitos analistas pensam que o furacão Katrina vai ter o efeito de estancar nos próximos meses o crescimento da economia americana, ameaçando o que estava a ser um período de expansão robusta.
 
 
Furacão Katrina
Por :
01.09.2005
Dois dias depois da passagem do furacão Katrina, o nível da água nas ruas de Nova Orleães continuava ontem a subir, levando a governadora do estado da Luisiana, Kathleen Blanco, a emitir uma nova ordem de evacuação obrigatória da cidade.
 
 
Mais de 100 cadáveres identificados
Por :
31.08.2005
Soldados da Guarda Nacional americana passaram o dia de ontem a transportar cadáveres de vítimas do furacão Katrina para as dezenas de morgues temporárias que foram improvisadas na cidade de Nova Orleães e por toda a região da costa do golfo do México, que ficou completamente devastada pela tempestade tropical de segunda-feira.
 
 
Katrina
Por :
30.08.2005
Telhados desfeitos, vidros partidos, paredes abatidas, prédios destruídos, estradas inundadas, árvores arrancadas, postes caídos, diques desfeitos, esgotos rebentados, veículos esmagados, destroços a voar - como se esperava, a passagem do furacão Katrina por Nova Orleães, na Luisiana, deixou ontem a cidade numa "total falência estrutural", na expressão das autoridades. Sem electricidade e sem telefones, Nova Orleães sucumbiu à destruição. A tempestade revelou-se uma das mais devastadoras de sempre.
 
 
Furacão Katrina
Por Pedro Ribeiro
30.08.2005
O preço do barril de petróleo chegou ontem a ultrapassar os 70 dólares nos mercados internacionais, perante a aproximação do furacão Katrina. Num ano em que o preço do crude tem batido recordes sucessivos, a nova subida deveu-se à paralisação da indústria petrolífera no Golfo do México provocada pelo Katrina.
 
 
Região do Sul dos Estados Unidos
30.08.2005
A região do Sul dos Estados Unidos atingida pelo Katrina é considerada o coração das operações de extracção e refinação de petróleo do país e, por isso, crucial para a sua infra-estrutura energética - daí o choque nos mercados mundiais. No Sul da Luisiana e do Mississipi situam-se plataformas offshore de gás e petróleo, terminais de importação, redes de pipelines e numerosas refinarias.
 
 
Furacão Katrina
Por :
30.08.2005
Com a excepção da guerra e da sua imprevisibilidade, os furacões são provavelmente mais perigosos para os jornalistas que fazem a cobertura da sua passagem do que qualquer outro acontecimento. Com o Katrina, repórteres e editores foram outra vez confrontados com um problema fundamental: como fazer a cobertura jornalística de uma tempestade com o potencial de matar e não ser morto.
 
 
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02.09.2005
02.09.2005
01.09.2005
31.08.2005
30.08.2005
30.08.2005
30.08.2005
30.08.2005
 

AUXILIAR
Os americanos estão mais divididos
Quando os terroristas atacaram no dia 11 de Setembro de 2001, os americanos uniram-se na mágoa e resolução, apoiando o Presidente Bush numa extraordinária manifestação de unidade nacional. Mas quando o furacão Katrina os atingiu, na semana passada, aconteceu precisamente o contrário, com os americanos divididos em duas linhas fortemente partidárias quanto às suas opiniões sobre a resposta do Presidente e do Governo federal.
Quem não sair a bem de Nova Orleães será levado à força pela polícia
O mayor da cidade de Nova Orleães, Ray Nagin, emitiu ontem uma nova ordem de evacuação obrigatória da cidade, desta feita com um reforço em tom de ameaça: todos aqueles que se recusarem a sair no prazo de 24 horas serão levados à força. Nagin deu ordem às autoridades para despejar os residentes e forçar a evacuação de todos aqueles que ainda se encontrem na cidade - cerca de dez mil pessoas, de acordo com as estimativas das equipas de emergência.
Nova Orleães
Katrina é um nome que passa a estar na galeria da história de Nova Orleães como os de Louis Armstrong ou Ella Fitzgerald. Nova Orleães, que já era a cidade do jazz, passa a ser também a cidade mártir que foi fustigada pela maior catástrofe natural na história americana.
Numa cidade demasiado perigosa, uma só ânsia: fugir, fugir, fugir
De uma Nova Orleães naufragada vão saindo milhares de pessoas andrajosas e sedentas, que escapam em carros, camiões e transportes militares sobrelotados. Os mais afortunados arranjam automóveis e uns bidões de gasolina. Os mais pobres são metidos em helicópteros ou levados nas traseiras de pickups. Alguns foram a pé, com os pés desfeitos e o pouco que conseguiram levar.
Dentro do superdome, 25 mil pessoas vivem "como animais"
Uma menina de dois anos dorme numa poça de urina. A casa de banho está juncada de ampolas de crack. Há manchas de sangue nas paredes ao pé das máquinas de venda automática destruídas por adolescentes.
Fats Domino, lenda do rythm and blues, dado como desaparecido
O músico Fats Domino foi ontem dado como desaparecido pelo seu agente de há muitas décadas, Al Embry. O agente disse à agência Associated Press que nunca mais conseguiu contactar com Fats Domino depois de ter falado com ele pelo telefone no domingo à noite. O furacão Katrina abateu-se no dia seguinte sobre a costa do Golfo do México.
Nova Orleães voltará a ser habitável?
- A drenagem da cidade de Nova Orleães deverá demorar no mínimo 30 dias.
Agências federais enviam equipas de emergência
Além das operações de busca e salvamento, as agências federais norte-americanas já tinham destacado pessoal e equipamento para enviar para os locais afectados pela tempestade criada pelo Katrina, num dos mais vastos programas de assistência de emergência de sempre. O Presidente George W. Bush comprometeu-se ainda a disponibilizar verbas federais para ajudar as populações a recuperarem económica e socialmente da tragédia.
Como se forma um furacão?
Os furacões nascem no meio dos oceanos, em locais de pouco vento e águas quentes, acima dos 27 graus. Nestas áreas, há muita evaporação: a água do mar aquece, gera vapor e forma grandes nuvens. No local em que a água evapora, a pressão do ar é mais baixa do que a zona envolvente.
Katrina pode custar muito caro
As previsões são de que a passagem do Katrina custe entre 10 a 20 mil milhões de euros. As seguradoras norte-americanas consideram que este furacão pode ser um dos mais caros para o país.
Época de 2005 mais forte do que o normal
No início de Agosto, os cientistas do NOAA (a agência norte-americana para o oceano e atmosfera) avisaram que a época de furacões de 2005, que começou a 1 de Julho e se prolonga até 30 de Novembro, seria mais intensa que o normal.

AS CAUSAS
Época de 2005 mais forte do que o normal
No início de Agosto, os cientistas do NOAA (a agência norte-americana para o oceano e atmosfera) avisaram que a época de furacões de 2005, que começou a 1 de Julho e se prolonga até 30 de Novembro, seria mais intensa que o normal.

BUSCA E SALVAMENTO
Agências federais enviam equipas de emergência
Além das operações de busca e salvamento, as agências federais norte-americanas já tinham destacado pessoal e equipamento para enviar para os locais afectados pela tempestade criada pelo Katrina, num dos mais vastos programas de assistência de emergência de sempre. O Presidente George W. Bush comprometeu-se ainda a disponibilizar verbas federais para ajudar as populações a recuperarem económica e socialmente da tragédia.

OS EFEITOS
Katrina pode custar muito caro
As previsões são de que a passagem do Katrina custe entre 10 a 20 mil milhões de euros. As seguradoras norte-americanas consideram que este furacão pode ser um dos mais caros para o país.

REPORTAGEM
Dentro do superdome, 25 mil pessoas vivem "como animais"
Uma menina de dois anos dorme numa poça de urina. A casa de banho está juncada de ampolas de crack. Há manchas de sangue nas paredes ao pé das máquinas de venda automática destruídas por adolescentes.

OPINIÃO
Nova Orleães
Katrina é um nome que passa a estar na galeria da história de Nova Orleães como os de Louis Armstrong ou Ella Fitzgerald. Nova Orleães, que já era a cidade do jazz, passa a ser também a cidade mártir que foi fustigada pela maior catástrofe natural na história americana.